Pura Inspiração!!!

2 de dezembro de 2008

Armazenamento de Grãos

Na minha Ala nós tivemos um treinamento sobre armazenamento de grãos, tendo sido ensinado dois modos diferentes para : feijão, arroz, grão-de-bico, lentilha, etc.

A) armazenamento de feijão com óleo:
- compre o feijão observando a data de validade, escolha, coloque em uma forma. Ligue o forno por 10 minutos e coloque o feijão com o forno já desligado (não é para torrar o feijão é só para tirar a umidade), deixe uns 10 minutos, mexendo de vez em quando. Retire do forno, deixe esfriar, coloque 1 colher(sopa) de óleo (para cada 1 kg) e com as mãos limpas e bem secas, vá mexendo o feijão até os grãos ficarem brilhando. Coloque os grãos em vidros com tampas, feche bem, vede com fita crepe e coloque etiqueta.

B) armazenamento de feijão com o “extrator de oxigênio”: - compre o feijão observando a data de validade, escolha, para tirar a umidade, leve ao forno da mesma maneira explicado no item A, deixe esfriar, coloque no vidro também já lavado e seco conforme no item A, só que deste modo não é preciso utilizar o óleo. Por cima de tudo, antes de fechar, deixe um espaço para colocar o “saquinho de extrator de oxigênio”.

Observação:

1. É bom que os vidros: - tenham tampas plásticas, com roscas bem vedadas; - estejam limpos e secos (é melhor lavá-los pelo menos 1 dia antes do armazenamento);

2. a presidente da Sociedade de Socorro da estaca comprou em São Paulo embalagem com 100 pacotinhos de “extrator de oxigênio”. A embalagem vem num saco plástico lacrado, sem oxigênio e ao abrir a embalagem contendo os 100 saquinhos, todos devem ser usados imediatamente, ou se sobrar, novamente lacrados rapidamente retirando o oxigênio;

3. o “extrator de oxigênio” tem pó de ferro que absorve todo o oxigênio;

4. parece que cada saquinho dá para armazenar 2,5 kg de grãos;

5. coloque uma etiqueta e escreva: a marca do feijão, a validade que estava na embalagem quando comprou e coloque a data que você está armazenando.

6. do modo A (com óleo) é previsto duração de 10 anos e do modo B (com o extrator de oxigênio) é previsto duração de 30 anos.

7. a fita crepe é mais para ter o controle e saber se a embalagem foi aberta ou não;

CASO INTERESSE POR ESTES MODOS DE ARMAZENAMENTO SOLICITAR TAMBÉM A ORIENTAÇÃO À PRESIDENTE DA SOCIEDADE DE SOCORRO DE SUA ESTACA

você anota a data de validade do pacote de feijão mais para controle.É importante colocar a data que você armazenou e a previsão da validade é para 30 anos, mas evidentemente q não vamos deixar para consumir com 30 anos. Com o extrator de oxigênio temos a segurança de que não vai estragar logo. O bom é depois de algum tempo fazer o rodízio. Respectivamente ao feijão, pelo fato de endurecer e ser de difícil cozimento, prefiro o método com o óleo.

Estas idéias foram postadas na comunidade do orkut ARMAZENAMENTO pela irmã Zileide.

28 de novembro de 2008

Reaproveitamento de Alimentos 1

OFICINA: REAPROVEITAMENTO DE ALIMENTOS
veja abaixo algumas receitas que pode ser feito com os restos de alimentos:

Pó de Casca de Ovo
Separe a casca, ferva por cinco minutos e seque ao sol. Bata no liquidificador e depois passe por um pano fino. Deve ficar como pó. Utilize uma colherinha nos refogados, sopas, arroz, feijão, molhos, etc.. O pó de casca de ovo é riquíssimo em cálcio, nutriente importante para o crescimento e prevenção da osteoporose, na gravidez e amamentação.Talos de AgriãoFaça bolinhos ou refogados com carne moída.

Folhas de Brócolis ao Forno
600 g de folhas de brócolis (1 pé)2 ovos batidos2 colheres (sopa) de margarina¼ xícara (chá) de farinha de rosca2 colheres (sopa) de queijo raladosal à gostoCozinhe um pouco as folhas de brócolis com sal e escorra. Misture a farinha de rosca com a margarina derretida e junte todos os outros ingredientes, menos o queijo ralado que deve ser salpicado por cima. Asse em forno moderado por 30 à 40 minutos.

Cascas de Goiaba
Lave-as bem e bata-as no liqüidificador com água. Adoce à gosto.

Cascas da Maçã
Utilize-as no preparo de sucos e chás.

Doce de Casca de Maracujá
Lave 6 maracujás, descasque-os deixando toda a parte branca e dura com água. Deixe de molho de um dia para outro. Escorra, coloque em uma panela com 2 xícaras de açúcar e 3 xícaras de água. Deixe apurar. Se desejar acrescente canela.

Folhas de Couve-FlorPrepare sopas com folhas desta hortaliça.

Bolinhos de Folhas de Beterraba
1 copo de talos e folhas lavadas e picadas2 ovos5 colheres (sopa) de farinha de trigo2 colheres (sopa) de águaCebola picadaSal à gostoÓleo para fritarBata bem os ovos e misture os outros ingredientes. Frite os bolinhos em óleo quente e escorra em papel absorvente.

Folhas de Uva
Podem ser enroladas com carne moída e servidas com molho de tomate.

Folhas de Figo
Pode-se utilizá-las no preparo de licores, chás ou xaropes.

Doce de Casca de Banana
5 copos de cascas de banana nanica, bem lavadas e picadas2 1/2 copos de açúcar.Cozinhe as cascas, em pouca água, até amolecerem. Retire do fogo, escorra, reserve o caldo do cozimento e deixe esfriar. Bata as cascas e o caldo no liqüidificador e passe por peneira grossa. Junte o açúcar e leve novamente ao fogo lento. Mexendo sempre, até o doce desprender do fundo da panela.
Aperitivo de Cascas de BatataCascas de batataÓleo e sal.Lave as cascas e frite-as em óleo quente, até ficarem douradas e sequinhas. Tempere à gosto.

Pó de Folha de Mandioca
A folha de mandioca é rica em vitaminas e ferro. Seque as folhas de mandioca na sombra e depois bata no liqüidificador. Use uma pitada de sal ao preparar um prato.

Molho de Cascas de Berinjela para Massas
2 dentes de alho picados3 colheres (sopa) de óleo2 copos de cascas de berinjelas cortadas em tiras de 1 cm de largura.1 1/2 copo de águaSal e pimenta do reino à gosto1 colher (chá) de orégano4 tomates sem pele e sem sementes ou6 colheres (sopa) de polpa de tomate.Doure o alho no óleo. Junte as cascas de berinjelas e refogue por 5 minutos. Junte a água, o sal, a pimenta do reino, o orégano e os tomates. Cozinhe por uns 5 minutos até engrossar ligeiramente. Dá para meio pacote da massa de sua preferência.

Bolinho de Talo de Brócolis2 xícaras (chá) de talos de brócolis cozido2 ovos1 cebola média picadaSal à gosto6 colheres (sopa) de farinha de trigoÓleo para fritar.Bata no liqüidificador os talos cozidos juntamente com os ovos. Retire e misture os ingredientes restantes. Frite as
colheradas em óleo quente.

Rama de Cenoura
Com o ramo de cenoura, experimente preparar bolinhos, sopas, refogados e enriquecer tortas e suflês .

Ramas de Cenoura Crocantes
1 xícara de farinha de trigo1 colher (sopa) de óleoSal a gosto30 raminhos de folhas de cenouraÓleo para fritarMisture a farinha com o óleo, o sal e 1/2 xícara de água. Passe ligeiramente os raminhos na massa sem cobrí-los totalmente e frite no óleo quente.

Doce de Casca de Melancia
Cascas de 1/2 melancia1/2 kg. de açúcarCravo à gostoCanela em pau à gostoRemova a parte verde da casca, passe a polpa branca pelo ralador grosso e reserve. Misture o açúcar com 1/2 copo de água, junte cravo, canela e faça uma calda deixando ferver por 10 minutos .

Patê de Talos de Legumes
2 colheres de talos de beterraba e de espinafre1 copo de ricota ou maioneseSal e pimenta à gosto.Bata tudo no liqüidificador. Sirva gelado.

Pudim de Casca de Goiaba
1 copo de suco de casca de goiaba1 copo de água2 colheres bem cheias de maisena3 colheres bem cheias de açúcar.Dissolva a maisena, junte os demais ingredientes e misture bem. Leve ao fogo mexendo sempre até engrossar. Despeje em forma umedecida e leve à geladeira.

Geléia de Casca de Abacaxi
Cascas de um abacaxi4 copos de águaAçúcar, o quanto baste3 colheres bem cheias de maisena .Lave com uma escovinha as cascas do abacaxi. Bata as cascas junto com a água no liqüidificador. Passe por uma peneira. Junte o açúcar e a maisena dissolvida. Leve ao fogo e deixe cozinhar bem. Despeje em pirex previamente umedecido. Sirva gelado.
A receita abaixo foi extraída do livro “Diga não ao desperdício” - Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo

Doce de Casca de Abacaxi com Côco
Casca de 1 abacaxi picada2 xícaras (chá) de açúcar1 pacote de 100g de côco ralado1 colher (sopa) de margarinaDescasque 1 abacaxi, lave a casca e ferva com um pouco de água.Bata a mistura no liquidificador e coe.A parte que ficou na peneira leve ao fogo em uma panela e acrescente o açúcar, o côco, a margarina e o cravo, se quiser.Mexa sempre até desprender do fundo da panela. Dá 16 porções.Fonte: http://www.planetanatural.com.br/detalhe.asp?cod_secao=17&idnot=634

27 de novembro de 2008

Presentes para as Professoras Visitantes

IDÉIAS DE PRESENTES PARA AS DUPLAS DE PROFESSORAS VISITANTES
Bem aqui vai algumas idéias de presentinhos para as Professoras Visitantes. Podemos presenteá-las em muitas ocasiões:
1. Aniversário da Dupla
2. Atividades de Motivação
1. Aniversário da Dupla: Acredito muito que o que falta em nossas unidades é a tradição das duplas, por exemplo, quantas duplas em sua unidade tem mais de dois que estão juntas? Então a idéia é presentear as duplas em seus aniversários toda vez que uma dupla fizer um ano de trabalho juntas presenteie, faça uma festa, anuncie no domingo façam elas se sentirem importantes e recompensadas o Senhor deseja que elas se sintam assim e cabe a presidência fazer isso.
2. Atividades de Motivação: São atividades que podemos fazer com mais frequência como se fosse o treinamento porém menos formal que o treinamento que fazemos geralmente duas vezes no ano já as atividades podem acontecer entre um treinamento e outro. Pode ser feito uma premiação para a dupla que foi mais constante durante o ano nas visitas, para a dupla que teve maior índice de frequência aos domingos, para a dupla que conseguiu levar o maior número de suas visitadas na conferênica geral e de estaca bem como nas atividades, para as duplas que foram ao templo no ano corrente pelo menos uma vez caso o templo seja longe da sua cidade se vc estiver numa área onde há um templo próximo para a dupla que foi ao templo 4 vezes no ano e se o templo for na sua área para a dupla que for ao templo uma vez por semana enfim tem muita coisa por enquanto só lembro disso.
IDEIAS DE PRESENTES
1. Proclamação á Familia ou o tema da Sociedade de Socorro emoldurado
2. Um livro de recordação com uma capa feita pela presidência tenho uma capa linda de modelo.
3. Uma placa de madeira com uma mensagem bem especial.
4.Uma camiseta com uma foto da dupla e uma mensagem tipo eu fiz minhas visitas muito legal.
5. Uma bolsa de escritura artesanal com a mensagem de incentivo como a mensagem de cima.
6. Uma capa de almofada artesanal com mensagem
7. 6 meses de assinatura de A Liahona.
8. Pode ser feito uma montagem com várias mensagens de professoras visitantes e com uma capa artesanal monte um livro especial de coletânea das melhores mensagens.
9. Uma placa artesanal de madeira dando-lhes o título de dupla do ano de 20....!
10. Uma tríplice com a capa personalizada pela presidência ou quem esta designar.
OBS.: Ao presentear as duplas pelo incentivo, por exemplo, vcs vão presentear a dupla que mais fez visitas preparem antes um documentário sobre a dupla com fotos, testemunhos das suas visitadas, experiências que elas relatariam, uma mensagem do esposo e dos filhos de incentivo e apoio, enfim façam ser o mais incrivel e inesquecível esse dia para elas só entregar o presente NÃO VALE!!!
Por enquanto é isso bjocasssssssssssss e continuem me escrevendo!!!!

História dos Hinos

FAZ-ME ANDAR SÓ NA LUZ – nº 199

Letra e Música: Clara W. McMaster, 1904

Referência: Isaías 2: 5 e Efésios 5:8


A autora do hino, Clara Elizabeth Waltkins McMaster era membro da igreja. Nasceu em 1904, Beaver Dam, Box Élder Country, Utah.
Ela foi a 11ª criança nascida numa família musical, pois todos sabiam tocar algo. Teve uma longa e interessante vida dedicada a fazer músicas para crianças. Suas canções foram e são conhecidas pôr todas as crianças da igreja. Serviu como membro da junta geral da Primária pôr 14 anos e também cantou no coro do tabernáculo pôr 23 anos.
Casada com J. Stuart McMaster, teve 4 filhos.
De 1970 a 1973 viveu em Independence, no Missouri, onde seu marido serviu como Presidente da Missão.
Em 1978 recebeu da Universidade de Brigham Young um prêmio em reconhecimento pôr seu serviço na música, na igreja.
Esta incomum e doce canção “Faz-me andar só na luz” passa uma mensagem através de um diálogo.
No primeiro verso a criança pede que a ensinem. No segundo verso fala a respeito da responsabilidade de pais e professores ao ensinar as crianças e no terceiro verso é feita então uma combinação entre a oração e a gratidão, demonstrada pela criança e pelos pais.
Foi pedido a ela que preparasse um hino para a conferência da Primária de abril de 1958.
Ela disse depois “eu tenho buscado nas escrituras, pôr um guia e direção em meus chamados, as escrituras estão cheias de grandes e importantes mensagens sobre como andar só na luz”.
Na primeira vez em que este hino foi cantado, o coro da Primária cantou o primeiro verso, os professores e pais na audiência cantaram o segundo e o terceiro foi cantado pôr todos juntos.

19 de novembro de 2008

Dinâmicas

“Amigo é o que guia e desafia”
Objetivo: Despertar para a importância que temos na vida das pessoas que estão ao nosso redor e da confiança que precisa existir na caminhada do grupo.
1. Clarear os passos:Convidar os participantes a formar duplas, ficando um ao lado do outro. A dupla combina quem será o cego e quem será o guia. O cego fecha livremente seus olhos e é auxiliado pelo guia. O guia, de olhos abertos, dá o seu ombro ou a sua mão e o ajuda. Enquanto isso, estar atento aos sentimentos que experimenta:- Como cego, o que sente ao ser auxiliado? / Como guia, o que sente enquanto auxiliador?
2. Caminhando:As duplas (cego e guia) seguem por diversos caminhos, inclusive passando por obstáculos, se o guia assim o quiser. Deixa-se um tempo para que haja a vivência necessária. Depois, o animador da dinâmica orienta para que se mudem os papéis: quem é cego torna-se agora guia e quem guiava, é o cego. E a dinâmica segue por alguns minutos.
3. Partilha:O animador da dinâmica dá um sinal de parada e as duplas voltam à sala, para partilharem com o grupo a experiência feita: o que sentiram como cegos e como guias? Como isso se aplica à nossa vida e à vida do grupo? E em nossas relações de amizade?
4. Após as conclusões, finalizar com o “Poema do Amigo Aprendiz”
L1 - Quero ser seu amigo... (Quero ser sua amiga...)
L2 - Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder.
L1 - Mas amar-te, sem medida. E ficar na tua vida. Da maneira mais discreta que eu souber.
L2 - Sem tirar-te a liberdade. Sem jamais te sufocar. Sem forçar tua vontade.
L1 - Sem falar quando for hora de calar. E sem calar quando for hora de falar.
L2 - Nem ausente e nem presente por demais. Simplesmente, calmamente, ser-te paz...
L1 - É bonito ser amigo... (É bonito ser amiga). Mas, confesso, é tão difícil aprender
L2 - E por isso eu te suplico paciência. Vou encher este teu rosto de lembranças! Dá-me um tempo de acertar nossas distâncias!
T - Quem encontrou um amigo... Tem “o maior tesouro que a vida nos poderia dar...”.
Fonte: adaptação do material produzido pela PJ/Dinâmicas
Quanto tempo eu tenho
Objetivo: Provocar a saíde de si mesmo (desinibição) e conhecimento do outro.
Material: Som com música alegre, caixa de fósforos, um cartaz ou fichas - nomes, de onde é, de que mais gosta, uma alegria, uma tristeza etc. (Pode-se criar outras conforme o objetivo proposto).
Desenvolvimento:
1. Todos, em círculo, o facilitador distribui um palito de fósforo, não usado. As fichas devem estar em lugar visível (pode ser no centro do círculo).
2. Pedir a um participante que risque o fósforo. Enquanto o fósforo estiver aceso, vai se apresentando, falando de si.
3. Cuidar para que ele fale só o tempo em que o fósforo estiver aceso. Caso alguém não consiga, o facilitador, poderá usá-lo para que os outros façam perguntas (pessoais) como numa entrevista.
4. Outra variante é fazer com que os participantes conversem em dupla e depois utilizem o fósforo para falar o que conhece do companheiro.
5. Usar a dinâmica para perguntar: que significa amizade ou ainda, para revisar qualquer disciplina.Discussão: Conseguimos expressar os pontos mais importantes na nossa apresentação? Como me senti? É fácil falar de nós mesmos? O que significa um fósforo aceso? (marcando tempo) O que significa o fogo? (iluminando).Resultado esperado: Ter feito uma reflexão sobre o tempo que estamos na terra e o que podemos ser para os outros. A maneira como eu utilizo o fósforo é a nossa própria vida. Analisar todas as situações que aparecem durante a dinâmica.
Fonte: Ronildo Rocha, Catolé do Rocha, PB.
Endereço eletrônico: ronildorocha@yahoo.com.br
Dois círculos
Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam ao menos o nome umas das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.Para quantas pessoas: é importante que seja um número par de pessoas. Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.
Material necessário: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.
Descrição da dinâmica: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento.Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.
Fonte: A dinâmica foi retirada do livro “Aprendendo a ser e a conviver” - de Margarida Serrão e Maria Clarice Baleeiro, Editora "FTD", 1999.
Dinâmica do coração
Objetivo: conhecer o outro e dar-se a conhecer, abrindo espaço para que cada um se apresente; buscando, com essa apresentação, maior intimidade entre os elementos do grupo; partilhando sentimentos, ideais, realizações, desejos e frustrações.
Ambiente: adequado para preservar a privacidade do grupo e permitir a acomodação de todos os participantes.
Material: folhas de papel sulfite e canetas hidrocor ou giz-de-cera para todos os participantes.
Desenvolvimento:
1) Entrega-se uma folha de papel sulfite a cada participante, que deverá desenhar um coração grande e escrever seu nome fora do coração. O coração deverá ser dividido em quatro partes.
2) Na primeira parte do coração, fazer um símbolo que relate um fato importante realizado por sua família (o maior acontecimento). Na segunda parte, desenhar sua maior realização pessoal. Na terceira parte, escrever a coisa mais importante que você pretende realizar nos próximos dois anos. Na quarta parte do coração, escrever, enfim, a maior decepção de sua vida.
3) Todos os participantes deverão pôr sua folha com o trabalho realizado no centro do círculo, compartilhando os resultados. Caso sintam necessidade, poderão comentar ou perguntar algo a respeito das respostas de seus colegas. A pessoa abordada terá liberdade para responder ou não à questão levantada. Compartilhar sentimentos e descobertas com o grupo.
Fonte: adaptação do livro Recriando experiências, Instituto de Pastoral de Juventude - Leste II, Ed. Paulus.Dinâmica publicada junto ao artigo "Quem sabe o que é o amor?" na edição nº 387, jornal Mundo Jovem, junho de 2008, página 15
O boneco
Dividir os participantes em seis subgrupos.
Cada um ficará responsável por uma parte do boneco: cabeça, tronco, braços, mãos, pernas e pés.
Cada grupo desenhará uma parte do corpo e terá duas perguntas para responder. As respostas devem ser registradas nos cartazes juntamente com o desenho. Para que os grupos tenham uma visão geral da dinâmica, é importante que se leiam todas as perguntas antes de iniciar o trabalho.
a) Cabeça: Qual a realidade ambiental que vemos? O que escutamos da sociedade sobre a preservação da biodiversidade?
b) Tronco: O que sentimos sobre a degradação ambiental? O que sentimos sobre o papel do estudante na preservação da biodiversidade?
c) Braços: Até onde podemos alcançar com nossa ação? Com quem (pessoas, entidades etc.) podemos andar de braços dados na preservação da biodiversidade?
d) Mãos: Quais os compromissos que podemos firmar enquanto grupo na preservação da biodiversidade? Quais as ferramentas que temos disponíveis na escola para divulgar nossas idéias?
e) Pernas: Que caminhos queremos tomar no desenvolvimento de ações de preservação da biodiversidade? Qual o suporte (pessoas, materiais, finanças etc.) que temos para desenvolver uma ação?
f) Pés: Que ações podemos realizar envolvendo nossa escola na preservação da biodiversidade? Que resultado desejamos com nossa ação?
Fonte: Extraída da cartilha “Semana do Estudante - Há que se cuidar da vida”, 2007. PJE-PJB.Dinâmica publicada junto ao artigo "Semana do Estudante e da participação juvenil" na edição nº 379, jornal Mundo Jovem, agosto de 2007, página 3.
Histórias que me contaram
Objetivo: Possibilitar a expressão sobre o que é ser homem e ser mulher.
Material necessário: Papel e lápis.
Desenvolvimento:
1) Grupo em círculo, sentado;
2) Pedir que cada participante liste as histórias, provérbios, ditos, ordens significativas que já ouviram sobre homens e mulheres, sobre como se comportar em relação ao seu próprio sexo e ao oposto, desde a infância até a fase atual;
3) Depois que todos tiverem feito o trabalho indivualmente, formar subgrupos, nos quais devem ler o que escreveram, trocando experiências;
4) No subgrupo, tentar encontrar os pontos comuns e as diferenças, listando as conclusões a que chegaram;
5) Cada subgrupo apresenta suas conclusões;
6) Plenário - Compartilhar com o grande grupo suas reflexões:• De tudo o que ouviu, o que ainda é válido para você hoje?• É difícil para você mudar posturas e atitudes? Justifique.• Quais os mitos e tabus mais comuns no grupo?Comentário: É necessário explorar todas as colocações, buscando a origem de cada mito ou tabu apresentado, desmitificando, dessa forma, as idéias sobre a sexualidade.
Fonte: Margarida Serrão e Maria C. Baleeiro, “Aprendendo a ser e a conviver”, Fundação Odebrecht/FTD Editora.Dinâmica publicada junto ao artigo "Os desafios da educação sexual " na edição nº 383, jornal Mundo Jovem, fevereiro de 2008, página 8
Poesia, música, crônica
Finalidade: Consiste em ouvir uma poesia e/ou música para ajudar na introdução de um assunto ou de uma vivência subjetiva.
Material: Letra (cópia xerográfica ou mimeografada) de uma poesia ou canção.
Descrição da dinâmica:
1. Escolher uma poesia ou canção sobre o tema a ser trabalhado.
2. Dividir os participantes em grupos.
3. Cada um lê em voz baixa, murmurando.
4. Escolher a palavra que mais marcou, em cada estrofe.
5. Gritar essas palavras juntas, bem alto. Depois bem baixo, até se calar.
6. Andando, procurar sua “palavra-sentimento” com outra pessoa do grupo.
7. Explique, sinta, expresse, toque.
8. No seu grupo, responda o que você faria com esse sentimento-palavra trocada.
9. O grupo deve montar uma história com os sentimentos trocados e com a poesia recebida.
10. Cada grupo apresenta no grupão sua história de maneira bem criativa.
11. Buscar o que há de comum em todas as histórias.
Comentários:
1. Este trabalho leva à reflexão de um tema/assunto, abrindo um espaço para que as pessoas falem de um assunto sob diferentes olhares.
2. Contribui para o desenvolvimento da expressão verbal e do trabalho coletivo.
Fonte: “Augusto Boal, publicado no livro “Dinâmica de grupos na formação de lideranças” de Ana Maria Gonçalves e Susan Chiode Perpétuo, Ed. DP e A, 1998
Eu sou alguém
Objetivo: Perceber os valores pessoais; perceber-se como ser único e diferente dos demais.
Material necessário: Folhas de papel e lápis.
Descrição da dinâmica:
1. Em círculo, sentados;
2. Distribuir uma folha para cada um, pedindo que liste no mínimo dez características próprias. Dar tempo;
3. Solicitar que virem a folha, dividam-na ao meio e classifiquem as características listadas, colocando de um lado as que facilitam sua vida e do outro as que dificultam. Dar tempo;
4. Em subgrupos, partilhar as próprias conclusões;
5. Em plenário: - Qual o lado que pesou mais? - O que descobriu sobre você mesmo, realizando a atividade?
Material necessário:
1. A consciência de si mesmo constitui-se no ponto inicial para cada um se conscientizar do que lhe é próprio e das suas características. Com este trabalho é possível ajudar aos participantes a se perceberem, permitindo-lhes a reflexão e a expressão dos sentimentos referentes a si próprios;
2. Deve ser utilizada em grupos menores, cerca de 20 participantes.
Fonte: “Dinâmica de Grupos na Formação de Lideranças” - Ana Maria Gonçalves e Susan Chiode Perpétuo, editora DPeA.Artigo do jornal Mundo Jovem publicado na edição 340, setembro de 2003, página 16
Máquina do ritmo
Objetivo:Desenvolver temas que só sabemos falar e nunca expressar;Exercitar a criatividade;Buscar nova linguagem e soltar os sonhos.
Desenvolvimento:
1) Convidar os participantes a sentarem comodamente no chão ou em cadeiras.
2) O coringa chama um voluntário para ir à frente e lhe pergunta: “O que é uma máquina?” Essa pergunta é também dirigida aos outros componentes do grupo. Deixar falar e fazer uma síntese das idéias. Continuando, pede ao voluntário para produzir um som e um movimento que simbolize uma máquina. Por exemplo: uma máquina de “beneficiar arroz”.
3) O voluntário começará a imitar a máquina sem falar sobre qual é ela. Ele será uma peça e os outros, por sua vez, são desafiados a encaixar-se produzindo outro som e outro movimento na máquina acima, cada um por sua vez, espontaneamente. Aplausos.
4) O coringa pede um outro voluntário para imitar som e movimento de uma máquina que produza ódio. Lembrar que o som e o gesto devem representar o ódio. Mesmo processo. Convidar outros para se encaixarem nessa engrenagem.
5) Outro voluntário: “Expresse som e movimento de uma máquina que produza amor e afeto”.
6) Um outro voluntário: “A família que eu sonho”.
7) Pedir opiniões sobre o significado do exercício.
Dinâmica publicada junto ao artigo "O afeto na família: sentir-se amado(a)" na edição nº 377, jornal Mundo Jovem, junho de 2007, página 11.
Em cada lugar uma idéia
Objetivo: Avaliar e fortalecer os laços afetivos dentro do grupo.
Material necessário: Papel ofício, hidrocor, tesouras, cola, papel metro e pilot.
Descrição da dinâmica:
1. Grupo em círculo, sentado.
2. Dar a cada participante quatro folhas de papel ofício.
3. Solicitar que numa das folhas façam o contorno de uma das mãos e noutra, o de um dos pés. Desenhar nas demais folhas um coração e uma cabeça, respectivamente.
4. Escrever no pé desenhado o que o grupo proporcionou para o seu caminhar. Escrever dentro da mão desenhada o que possui para oferecer ao grupo. No coração, colocar o sentimento em relação ao grupo. Na cabeça, as idéias que surgiram na convivência com o grupo.
5. Fomar quatro subgrupos. Cada subgrupo recolhe uma parte do corpo (pés/mãos/coração/cabeça), discute as idéias expostas, levantando os pontos comuns.
6. Fazer um painel por subgrupo, utilizando todos os desenhos da parte do corpo que lhe coube, evidenciando os pontos levantados anteriormente, de modo a representar:* com os pés, a caminhada do grupo;* com as mãos, o que o grupo oferece;* com os corações, os sentimentos existentes no grupo;* com as cabeças, as idéias surgidas a partir da convivência grupal.
7. Cada subgrupo apresenta seu painel.8. Plenário - dizer para o grupo o que mais lhe chamou a atenção de tudo o que viu e ouviu.
Fonte: Projeto Crescer e Ser, publicado no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, Margarida Serrão e Maria C. Baleeiro, ED. FTD, 1999
Desatando os nós
Objetivo: Desenvolver a solidariedade e a força da união de grupos. Várias cabeças pensando sobre um mesmo problema fica mais fácil encontrar uma solução.
Desenvolvimento: É parecida com o Jogo da mãos. O número de participantes é indiferente. O grupo se coloca na posição em círculo. Neste momento o orientador pede que cada um observe bem o seu colega da direita e o seu colega da esquerda. Ao sinal do orientador, começam a caminhar dentro do círculo imaginário ( já que desfizeram a formação em círculo para caminharem ) de forma aleatória e sem direção. Ao sinal do orientador parar de caminhar e permanecer no lugar. Com os olhos e sem caminhar procurar o cologa da direita e o colega da esquerda. Dar as mãos aos colegas da direita e da esquerda sem caminhar, podendo somente abrir as pernas e/ou dar um passo caso o colega esteja muito distante. Em seguida o orientador explica que eles deverão voltar a posição inicial em círculo sem que soltem as mãos, nem fiquem de costas para o interior do círculo e nem com os braços cruzados. Deverão voltar exatamente a posição inicial. A princípio parece impossível realizarem a tarefa , mas aos poucos vão montando estratégias e descobrindo maneiras todos juntos, de voltarem a posição inicial.
Fonte: Esta dinâmica está descrita no livro "Jogos de Cintura", de Macruz, Fernanda de M. S. e outros, Editora Vozes.Dinâmica enviada por Márcia Braga Siqueira, Curitiba, PR.
Mural da paz
Este é um trabalho para ser mantido em exposição. Assim, outras pessoas terão a oportunidade de receber essa mensagem de paz. Este mural não inspira solidariedade apenas em quem trabalha nele, mas em qualquer um que esteja disposto a construir um mundo melhor. Uma opção que gera a inclusão é convidar grafiteiros da comunidade para fazer o mural da paz nas paredes da escola!
Material necessário:
• Folhas de papel grande para forrar a parede;
• Tinta e outros materiais que se deseje utilizar na montagem;
• Cola ou fita adesiva.
Desenvolvimento:
• O grupo faz um painel de papel para desenhar ou prepara uma parede para ser pintada.
• Tudo o que se tem a fazer é representar, cada um a seu jeito, o que entende por Cultura de Paz. É aconselhável colocar, no local que vai ser pintado, os seis pontos do Manifesto/2000: respeitar a vida, rejeitar a violência, ser generoso, redescobrir a solidariedade, preservar o planeta e ouvir para compreender.
• Cada participante começa trabalhando num pedaço do mural e, depois, todos podem interagir e completar os desenhos feitos por todos. Ao final, cada um pode completar o desenho com uma frase sobre o que acha necessário fazer para atingir a paz.
• Outro ponto importante desta atividade é o próprio resultado. Como as pessoas enxergam a questão da paz? Quais foram os elementos que mais apareceram? O que falta na nossa vida pessoal e coletiva para atingir essa paz?
Fonte: Paz, como se faz?, de Lia Diskin e Laura Gorresio RoizmanDinâmica publicada junto ao artigo "Sozinho, ninguém se salvar" na edição nº 381, jornal Mundo Jovem, outubro de 2007, página 15.
Problemas e soluções
Objetivo: Motivar a análise e a discussão de temas problemáticos; buscar estabelecer o consenso.
Número de participantes: No máximo 20.
Material: Lousa ou papelógrafo; giz ou pincel atômico e apagador; recorte de notícias, se for um fato jornalístico.
Desenvolvimento:
* Um membro do grupo relata um problema (verdadeiro ou fictíco), um caso, um fato jornalístico, ou determina situação que necessite uma solução ou aprofundamento.
* Havendo mais de um caso, o grupo escolhe um para o debate; todos são convidados a dar sua opinião sobre a questão e as idéias principais são anotadas no quadro ou no papelógrafo.
* A idéia mais comum ou consensual a todos os participantes é então destacada e melhor discutida, ampliando a visão do fato, como uma das possíveis soluções ou aprofundamento do problema.
Avaliação:
* Após o consenso, faz-se uma pequena avaliação do exercício; em que ele pode nos ajudar como pessoas e como grupo?
* Pontos de destaque
* Outras aplicações para este exercício.
Fonte: Subsídio - Somos Chamados da Pastoral da Juventude do Brasil.
Dinamizando o grupo
Objetivo: Promover a comunicação entre todos os participantes do grupo.
Material: Papel ofício e lápis.
Desenvolvimento:
1) Grupo em círculo, sentado.
2) Cada participante recebe uma folha de ofício em branco, escrevendo o seu nome no alto dela.
3) A um sinal do facilitador, todos passam a folha para o vizinho da direita, para que este possa escrever uma mensagem destinada à pessoa cujo nome se encontra no alto da folha.
4) Assim, sucessivamente, todos escrevem para todos até que a folha retorne ao ponto de origem.
5) Fazer a leitura silenciosa das mensagens recebidas.
6) Em um plenário, comentar com o grupo o seu trabalho:- O que foi surpresa para você?- O que já esperava?- O que mais o(a) tocou?
Fonte: Projeto Memorial Pirajá - Bahia

17 de novembro de 2008

Biscuit

Oficina: Biscuit

O Biscuit

Biscuit ou Porcelana Fria é conhecido como o artesanato de modelagem utilizando um tipo de massa confeccionada a partir da mistura de amido de milho, cola branca, limão ou vinagre e vaselina. Este tipo de massa também é conhecida como porcelana fria, pois não precisa ser cozida em forno e seca em contato com o ar.
O biscuit é uma massa de fácil modelagem manual, aceitando tingimento e pintura com diversos tipos de tintas e corantes.

Como Fazer

02 xícaras de chá de cola branca
02 xícaras de chá de amido de milho
02 colheres de sopa de vaselina líquida
01 colher de sopa de caldo de limão ou de vinagre
01 colher de sopa de creme hidratante sem silicone, que será utilizada para sovar a massa após o cozimento

Modo de preparo no forno de microondas

Dependendo da potência do seu microondas o tempo de cozimento pode variar entre 1 min e 30 segundos até 10 minutos.
Faça um teste na primeira vez que cozinhar a massa, tirando a massa e mexendo a cada trinta segundos, para que ela não passe do ponto.
Misture todos os ingredientes, leve ao microondas por 3 minutos (em média) na potência máxima e mexa a cada 1 minuto.

Modo de preparo no fogão

Misture todos os ingredientes mexendo com uma colher de pau (específica para fazer a massa - não misture com o restante da louça) até desprender do fundo da panela (antiaderente) sem estar totalmente ressecada, isto é, com um pouco de cola mole.
Para quem já fez massa de coxinha (salgadinho) o ponto é o mesmo.

Sovando a massa

Após o cozimento, espalhe o creme nas mãos e em uma superfície lisa e fria (pia da cozinha por exemplo ou bancada de mármore) e sove como massa de pão.
Cuidado com o calor da massa para não queimar as mãos.

Dicas

A massa tem que ser sovada enquanto está quente, para ficar macia e elástica. Depois de sovada (a massa já estará morna) guarde-a em um saco plástico limpo, livre de poeiras e gorduras.
Deixe a massa descansar por um dia.
Retire a massa do saco plástico, seque-a e guarde em um novo saco plástico.
Depois é só tingir com a cor desejada e modelar a vontade. Também pode ser modelada com a massa natural (essa que acabou de ser explicada) e ser pintada depois de seca com tinta látex, acrílica e também tinta a óleo. Estas mesmas tintas podem ser usadas para tingir a massa.
Outra opção para armazenar a massa é utilizando potes de plástico.O procedimento é praticamente o mesmo acima, só trocando o saco plástico pelos potes.

fonte:Wikipedia

Aprenda também a fazer: Enfeites de Natal

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